TJ/MG: Tribunal de Justiça comemora 145 anos de existência

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Na solenidade, foi inaugurado busto em homenagem a Dom Pedro II

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) comemorou hoje, 7 de dezembro, seus 145 anos de existência. Na solenidade, que aconteceu no saguão do Edifício Sede, foi inaugurado um busto em homenagem a Dom Pedro II, criador do Tribunal da Relação de Ouro Preto.

De acordo com o presidente do TJMG, desembargador Nelson Missias de Morais, essa homenagem, iniciativa do desembargador Marcos Henrique Caldeira Brant, além de altamente significativa, representa um gesto de agradecimento e faz justiça a Dom Pedro II, que criou, em 1873, o Tribunal da Relação, que deu origem ao Tribunal de Justiça.

A inauguração do busto de Dom Pedro II, logo à entrada de sede do Judiciário estadual mineiro, para o presidente Nelson Missias de Morais, é um marco “dos mais significativos de sua gestão”, por ser, ao mesmo tempo, um tributo ao passado, um respeito à memória e uma celebração da força da juventude, aqui representada pelo período monárquico de Dom Pedro.

Ao fazer uma apresentação histórica e artística da herma do imperador Dom Pedro II, o desembargador Marcos Henrique Caldeira Brant falou “desse grande dia para a história do Tribunal de Justiça, que está pagando tributo, tardiamente, ao grande homem público que foi Dom Pedro II. Esse tributo é pago assentando-se um busto em sua memória”. Segundo o magistrado, o compromisso por trás do gesto é com a história da justiça mineira, que deve ser preservada e difundida.

Memória

Fazendo coro aos oradores, o superintendente da Memória do Judiciário Mineiro (Mejud), desembargador Lúcio Urbano, caracterizou esse momento como “especial”, porque nele se rende uma expressiva homenagem, “que o Tribunal devia há muito tempo”, a Dom Pedro II.

“Cada vez que se lembra um lance da história mineira, a Mejud explode de alegria ao enaltecer o passado. Feliz de nós que integramos a história do Judiciário, capítulo especial da história de Minas Gerais”, ressaltou o superintendente da Mejud.

Representando os herdeiros da família real, o príncipe Dom Gabriel de Orleans e Bragança descreveu sua grande emoção e honra pelo fato de saber o quanto Dom Pedro é admirado como líder. Ele também destacou o elevado caráter estético da obra, “arte ímpar e magnífica”.

Fonte: TJ/MG

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